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Cozinhando para crianças (não para bebês)

Estou naquela fase de tentar ensinar o Pedro a “comer as coisas certas”, para mim é uma tarefa árdua porque eu nunca aprendi a comer as coisas certas.

Então estou aprendendo com o Pedro, mais uma vez!

Fiz questão de frisar que esse no título que vamos cuidar de comidas para crianças, porque ao pesquisar me deparei com várias matérias sobre papinhas, que não são o objeto deste post.

Compartilho os links que mais gostei nessa busca:

Matéria da Revista Pais & Filhos

dicas de livros do blog Bistrozinho

livro Culinária Passo a Passo para Crianças

livro “Meu Lindo Livro de Receitas”

livro “Receitas Mágicas para Crianças Espertas”

O Livro de Receitas do Menino Maluquinho

Deliciosos e Disfarçados dica do site Panelinha

 

 

 

 

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Uma boa alimentação inicia com um bom café da manhã!

 

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Arquivado em Alimentação, Crescimento, Crescimento (dos pais!), Dica

Davi e os monstros

Já fazia um um tempo que o filho vinha para a cama dos pais todas as noites. Por que? “Porque tem um monstro enorme lá quarto do Pedro, mamãe”!

Fazia dias também que eu explicava para ele que não existem monstros. Explicar não é bem o termo, eu dizia para ele: “Meu amor, não existem monstros, pode ir para teu quartinho, papai e mamãe te amam e te asseguram que nada vai te acontecer.” Essas palavras não tinham nenhum efeito. Ele pulava para nossa cama igual, choroso, mas virava para o lado e dormia, protegido pelas paredes formadas pelos corpos de papai e mamãe.

Aí um dia estávamos na casa de uma amiga (MINHA coleguinha dos dos 3 aos 18 anos, do Jardim de Infância até o final do 2o grau!)  e o filho dela, o Davi, um aninho mais velho que o Pedro – o que nesta época da vida é uma grande diferença – estava vendo a animação “Universidade dos Monstros“. O Pedro, obviamente, ficou vidrado.

Foi aí que eu tive a (in)feliz idéia de usar o Davi para me apoiar na teoria de que “monstros não existem” e falei, já direcionando a resposta: – Davi, né que monstros não existem?

Mas o Davi, além de um guri querido e lindo, é muito articulado e me surpreendeu com uma resposta firme, mas dada da maneira mais doce possível: – Não tia Malú, a verdade é que eles existem sim, mas a gente não precisa ter medo deles. E continuou com a maior paciência possível discorrendo sobre o porque de não haver necessidade de se assustar, de que nem todos são tão ruins quanto a gente imagina. Eu fiquei embasbacada com a sabedoria do guri e o Pedro, bem, o Pedro ficou ouvindo a explicação com uma atenção que eu nunca tinha visto.

Sim, Davi, você tem toda a razão: monstros existem, mas a gente não precisa ter medo deles.

E o Pedro ficou muito mais satisfeito com esta explicação do que a minha simples e insistente afirmação de que “monstros não existem”.

É incrível como as crianças estão SEMPRE nos ensinando. E nos lembrando do básico e do realmente importante da vida. Os monstros existem, mas muitas vezes não são tão feios como a gente pinta. E, sim, podemos conviver com eles.

Tanto quanto as crianças, nós adultos também precisamos enfrentar nossos monstros, não é mesmo? Mas tem que ouvir o Davi: não precisa ter medo!

Beijos e boa semana!

 

Búuuuuuu!!!

Búuuuuuu!!!

 

 

 

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Arquivado em Crescimento, Crescimento (dos pais!), Medos

Os filhos dos outros

“Os filhos que nunca fazem nenhum  escândalo no Shopping ou no Supermercado e os bebês que dormem a noite toda desde os primeiros meses de vida são e serão sempre os filhos dos outros”. (“Criando bebês” Dr. Howard Chilton, Editora Fundamento)

Pedroca fez dois anos e está um fofo, cada dia mais querido e carinhoso com a gente. Nos impressiona com suas fofurices e espertezas e nós passamos 90% do tempo literalmente “babando”. Sim, ele é muito bonzinho. 90% do tempo.

E os outros 10% ? Bom, nesse resto de tempo que sobra nosso Gizmo “vira Gremlim“. Sim, nosso filhote perfeito tem seus momentos “menino monstro”.

Nas primeiras vezes em que isso aconteceu nossa reação foi de paralisia total. Não sabiámos o que fazer. Como pode ele ficar birrento se nós somos pais perfeitos? E disciplinadores, daqueles que dão carinho, mas impõem limites. Como, meu Deus, como isso está acontecendo conosco, logo nós tão ponderados, ajuizados, que fazemos tudo na medida certa?

Não, não é possível que ocorra conosco, nós não somos esses “pais modernos” que deixam a criança fazer tudo e esperam qualquer ocasião para enchê-la de presentes, mesmo que ela “não mereça” e não dê o menor valor. Pelo contrário, nós somos comedidos, tentamos sempre mostrar para ele que não dá para ter tudo e que deve se cuidar muito muito bem daquilo que se tem e tratar bem os amiguinhos e a todos com carinho e justeza.

Como isso acontece conosco, logo conosco que lemos tudo a respeito e sabíamos tanto! Mais ainda, nossa filosofia desde o início estava dando tão certo! O Pedro nunca tinha feito escândalos públicos, se atirado no chão do supermercado ou mesmo gritado o famoso refrão “eu-quero-porque-quero-quero”, nem  qualquer uma de suas variáveis. E olha que a gente leva ele para toda a parte!

Só que as situações começaram a aparecer e nós começamos a ficar estarrecidos! Começou com a batalha para colocá-lo na cadeirinha do carro, o que antes era uma rotina normal e aceita pelo pequeno sem maiores problemas, passou a ser uma luta diária.

Depois, veio as birras e as pequenas desobediências: “Pedro, dá um beijinho na Titia, Tia Fulana ele adora dar beijinhos!” e o guri vira a cara e se fecha.  “Pedro, quer experimentar esse docinho gostoso que a Vovó fez?”  e ele diz um sonoro e raivoso “naaaummmmm” ou, pior, coloca na boca e cospe.

E, assim, fomos pegos de surpresa pela “vida real” e por um serzinho que cresce em PG  e aos poucos e cada vez mais está aprendendo a demonstrar suas vontades, seus gostos e também seus desgostos. E nem sempre demonstra tudo isso da forma mais civilizada!

E nós? Bom, nós estamos aprendendo tudo sobre nossas limitações.  Concluindo que não existe nada mais bem humorado e mais verdadeiro do que a frase do Doctor Howard.

Antes de ter filhos, ao nos depararmos com uma cena de criança birrenta num local público sempre pensávamos “nossos filhos jamais serão assim”. Quando presenciávamos as crianças “dos outros” fazendo manha para dormir ou correndo e berrando pela casa afirmávamos que “isso nunca vai acontecer com a gente, pois nós saberemos discipliná-los”. Pois é, outra verdade absoluta é a de que é muito muito muito, mas muito meeeesmo, é realmente muito mais fácil educar os filhos dos outros! E dar palpites então… Ahhh, dar palpites é uma barbada.

Difícil mesmo é nos depararmos com aquelas situações que jamais pensamos um dia protagonizar. É difícil pra caramba! Assumir de forma  humilde e humana que não somos perfeitos. Admitir que talvez não sejamos muito melhores que nossos pais e que em algum momento devemos ter errado. Sim, não tivemos muito tempo – ele tem apenas 2 anos – e mesmo nesse pequeno espaço de tempo nós demos nossos tropeços.

Ainda acho que assumir que a criança pode ter um problema dela, que não seja nossa culpa nessa idade é impensável. É impensável para os pais e especialmente para mães (nasce uma mãe, nasce a culpa, especialmente nas católicas!).

Mas independente de quem sejam os culpados, tento manter a mesma conduta pro ativa que regra minha vida: não buscar culpados, buscar soluções. Por isso estou naquela fase, tentando manter sempre a paciência e a calma e – ao menos por fora – não me abalar para poder falar calmamente com ele e explicar que  “não se deve fazer isso, porque é feio e ele é um menino tão bonito e querido para fazer algo feio”.

Tenho usado esse “método” de forma bem repetitiva. As vezes funciona, as vezes não. As vezes ele não se acalma, mas eu me acalmo e noutras ele se acalma e eu não! Também há vezes nas quais nós dois nos acalmamos. De tudo que li e, principalmente,  vivi até o presente momento, ainda não tenho nada – absolutamente nada – para ensinar.  E olha que antes de ter filhos eu tinha milhares de fórmulas infalíveis!

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Beijos e um super feliz 2013! Que seja um ano de grande aprendizagem para todos nós!

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P.S. Quando tiver aprendido algum truque venho correndo aqui contar. E você, se tiver algum, por favor – pelo amor de Deus – COMPARTILHE! 😉

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6 Comentários

Arquivado em Crescimento, Crescimento (dos pais!), Criação, Educação

Mamãe eu quero! #ficadica

Dicas para casais grávidos e pais de recém-nascidos:

A loja “Pra Nenê” está promovendo palestras gratuitas, com direito a bastante bate-papo e um bom café da manhã.

São encontros que se destinam a casais grávidos ou com nenêzinhos recém-nascidos para ajudar e esclarecer dúvidas comuns neste período.

Os encontros ocorrem no primeiro sábado de cada mês às 10h30min num ambiente agradável, climatizado e COM estacionamento: o Shopping Iguatemi!!!

Mais precisamente no “L’Espresso Caffè” (Shopping Iguatemi – Praça de Serviços – Térreo), bem em frente à loja.

Além de tudo isso também haverá sorteio de produtos e serviços da loja e também de outros parceiros desta empreitada!

Este ano ainda dá para aproveitar o último encontro, no próximo sábado!

PROGRAMAÇÃO:

Sábado, 1º /12 / 2012 – 10h30min

“L’Espresso Caffè” (Shopping Iguatemi – Praça de Serviços – Térreo)

“Planejando a saída de casa com o recém-nascido”

Psicóloga Aline Namba Ribeiro (Pra Nenê)

Nutricionista Rosane Baldissera (Mamãe & Bebê)

Fisioterapeuta Juliane Heineck (Vitta Exercício & Clínica de Saúde)

#ficadica

Olha aí: meu Pedroca já foi nenê! E foi ontem!

Olha aí: meu Pedroca já foi nenê! E foi ontem!

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Arquivado em Crescimento, Dica, Gestação

“Pequeno Cidadão” : ajuda você na retirado da chupeta! #ficadica

Quem conhece gosta, quem não conhece vai gostar!

O “Pequeno Cidadão” surgiu em 2008 quando os amigos Arnaldo Antunes (Titãs), Taciana Barros (Gang 90), Edgar Scandurra (Ira!) e Antonio Pinto (o filho do Ziraldo, que foi responsável por trilhas sonoras fantásticas como a de “Cidade de Deus” e do “Menino Maluquinho”) se juntaram com seus filhos num estúdio e gravaram seu primeiro CD (O Pequeno Cidadão) e não parou mais!

Hoje, além da música, há livros e vídeos e também outros produtos bacanas que você pode conferir no site oficial do grupo:

http://www.pequenocidadao.com

A música e o vídeo de “Tchau Chupeta” acabaram inspirando um livro que o grupo lançou no último Dia das Crianças (2011), com ilustrações lindas de Cláudia Briza e publicado pela Editora LeYa.

Para quem está nesta fase é uma ótima pedida! Eu ainda não estou perto disso por enquanto! 😦

Assista o filme e leia o livro!

Beijocas e boa sorte na jornada! Com certeza, ficará mais leve e divertida com essa dica.

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Arquivado em Crescimento, Criação, Dica, Educação, Livros, Música

“O que você faria pelos seus filhos?” – Texto fantástico sobre Educação #FICADICA

“Antes de exigir dos outros que melhorem nossas escolas, hospitais ou estradas, vamos precisar olhar para nós mesmos e decidir se estamos dispostos a pagar, com sacrifícios no presente, o preço de ser o país do futuro.” Gustavo Ioschpe (Link: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/o-que-voce-faria-pelos-seus-filhos )

Acabo de ler esse texto, indicado por meu marido, e não vou conseguir deixar de compartilhar aqui no “blog”.

Como a grande maioria das mães e pais, antes mesmo da decisão de termos filhos (e fazendo parte dela), a educação que poderemos oferecer-lhes sempre foi e é a nossa maior preocupação.

Esse texto fala com muita propriedade sobre o assunto EDUCAÇÃO (aliás como este jovem economista gaúcho tem feito muito e muito bem ultimamente!).

Mostra uma opinião da qual compartilho fortemente: de que os sacrifícios necessários aos pais para educarem seus filhos (assim como os sacrifícios necessários a um país para criar um bom sistema de educação) não devem – por hipótese alguma – ser “terceirizados” ou relegados ao Governo. É nossa a responsabilidade pelo futuro dos nossos filhos e também do nosso país.

Acredito que pequenos sacrifíos econômicos (fazer uma poupança especial para os estudos de seu filho, fazer um bom plano de Previdência Privada) e principalmente, acompanhar atentamente e estar sempre presente na educação deles, aceitando essa responsabilidade de forma inteira e (desculpa a redundância) RESPONSÁVEL é o melhor caminho. Sempre.

Erros e acertos não deixarão de existir, mas pecar por omissão em relação aos filhos, ao futuro e ao país, não dá mais!!!

Beijocas e boa leitura!

Link:

http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/o-que-voce-faria-pelos-seus-filhos

 

Com 4 anos refaremos o teste do marshmallow !!!

 

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