Artigo| O terrorismo do cordão umbilical

Muito bom artigo!

Importantíssimo divulgar.

Não deixem de ler:

Artigo| O terrorismo do cordão umbilical.

Beijão e ótima semana!

A escolha sempre será sua! A Fernanda Lima optou pelo http://www.hemocord.com.br

A escolha sempre será sua! A Fernanda Lima optou pelo http://www.hemocord.com.br

 

Ainda sobre a polêmica do congelamento do cordão umbilical :

http://nascemothercare.wordpress.com/2013/01/21/congelamento-de-sangue-do-cordao-umbilical-do-bebe-divide-posicoes/

 

5 Comentários

Arquivado em Gestação

5 Respostas para “Artigo| O terrorismo do cordão umbilical

  1. Maria Isabel Paixao

    Quanto ao artigo mencionado neste post, uu como mãe de duas filhas que têm o sangue do cordão armazenado em uma empresa que faz este tipo de serviço, gostaria de esclarecer alguns pontos:

    Minha filha mais nova teve leucemia com apenas 2 anos de idade e posso lhe afirmar que encontrar um doador compatível não é tão fácil. Vi crianças morrerem por falta de doadores e outras que lutam até hoje para encontrar doadores compatíveis, em uma contagem regressiva e angustiante contra o tempo. O Brasil é um país de muitas misturas raciais, o que torna esta busca ainda mais difícil.

    Embora a minha filha tenha sido curada, graças a Deus, com um tratamento quimioterápico, se este não tivesse dado resultado e se ela não tivesse um doador compatível, o uso das células-tronco armazenadas da irmã (caso compatível) ou dela própria, poderiam ser uma possibilidade para uso terapêutico sim. Uma possibilidade de ganhar tempo e continuar na luta de se encontrar um doador.

    Além disso, há estudos em andamento para tratamento de outras doenças, além da leucemia, utilizando células-tronco do sangue do cordão. A coisa toda evoluiu tanto que também há hoje a possibilidade de se armazenar as células-tronco do tecido do cordão umbilical, abrindo um leque para o tratamento de outras várias doenças além das relacionadas às do sangue.

    Enfim, quando tomei a decisão de armazenar, sabia perfeitamente que a probabilidade de uso destas células era baixa, mas não era zero. Assim como a probabilidade de uma criança ter leucemia é muito baixa, mas aconteceu na minha família…

    Então esta decisão deve ser levada em consideração sim e há empresas que são sérias e transparentes no processo de esclarecimento.

    Abraços,

    Maria Isabel Paixão

    • Oi Maria Isabel! Muito obrigada pelo seu comentário, uma verdadeira contribuição para este ‘blog’. É muito bom ler a opinião de quem já passou pela experiência real de estar na iminência de utilizar o sangue do cordão umbilical armazenado, possui conhecimento e nos esclarece “o outro lado da moeda”. Compartilhar experiências é um dos principais objetivos e uma das melhores coisas de ter um ‘blog’. Que bom que tudo se encaminhou bem com tua pequena. Um abração, Malu

    • cris

      “O Brasil é um país de muitas misturas raciais, o que torna esta busca ainda mais difícil.”

      Qto maior a multiplicidade de raças, maior a chance de encontrar doadores

  2. Karolyn

    TERRORISMO OU DIREITO DE ESCOLHA?
    Artigo Dra. KAROLYN SASSI OGLIARI* (26 de janeiro, 2013)
    *Médica, doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP
    A consagração do armazenamento do sangue de cordão umbilical privado está representada pelo Banco Cord Use nos EUA, onde a equipe pioneira nesse tipo de transplante reúne-se oferecendo as três modalidades: a doação, o familiar e o privado. O grupo não desaconselha o armazenamento privado. A questão é: quem assumirá a responsabilidade se surgir um caso novo de leucemia ou de outra doença hematológica numa família sem histórico até então? Além disso, com o potencial de novos tratamentos na medicina regenerativa, será importante utilizar células do próprio indivíduo para eliminar os riscos da rejeição.
    A maioria dos partos em que há coleta privada de sangue de cordão ocorre em maternidades não credenciadas para doação. Esse material seria descartado, eliminando-se a chance de poder ser útil a qualquer pessoa que seja. O SUS atende apenas a 30% dos pacientes que necessitam de transplantes. Dessa forma, as amostras em bancos privados complementam a demanda necessária da sociedade pela grande probabilidade de se achar doador compatível dentro da família. Ademais, a chance de sobreviver após um transplante quando há grau de parentesco entre doador e receptor pode dobrar. A coleta das células-tronco no nascimento proporciona menos complicações como a rejeição e as células possuem grande potencial regenerativo. Um estudo realizado pelo cientista Derrick Rossi, no Instituto de Células-Tronco de Harvard, demonstrou os mecanismos de envelhecimento das células-tronco da medula óssea. Rossi declarou em recente Congresso de Terapia Celular que “provavelmente, quanto mais jovem o doador, melhores os resultados com o transplante”.
    Ao falarmos sobre doação de órgãos ou de sangue de cordão, sabemos que essa escolha deve ser voluntária. A opção por não doar é legítima, tal qual é a atuação dos bancos privados no Brasil, regulamentados pela Lei 10.205 e RDC no56/2010 da Anvisa. Não é ético induzir culpa nos pais que não optaram por doar, tampouco subestimar sua capacidade de julgamento.
    Segundo Alan Trounson, um dos maiores especialistas do mundo em medicina regenerativa, dentro de cinco a 10 anos novas terapias estarão disponíveis com células-tronco. Só com o sangue de cordão, centenas de estudos estão em andamento para doenças com maior prevalência que as do sangue. Os dados se encontram no portal ClinicalTrials.gov. No que tange às células-tronco mesenquimais, é importante entender que estão sendo utilizadas apenas experimentalmente. Seria irracional considerá-las mais importantes do que as do sangue de cordão umbilical, que há mais de 20 anos vêm salvando milhares de vidas.
    A comunidade científica não tem definida a supremacia de um tipo de célula-tronco sobre a outra. A tendência é de que se determine, com o tempo, qual tipo de célula melhor se aplica a cada doença. Em um momento de tantas portas abertas na ciência, quem somos nós para definir o que é melhor para cada família?
    *Médica, doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da USP

    • Obrigada pela contribuição Karolyn! Quando vc tiver mais artigos e pesquisas, por gentileza me envie que eu posto aqui no ‘blog’. Abraços, Maria Luiza

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s