Arquivo do mês: outubro 2011

A Galinha Pintadinha

“O pescoço da girafa tem um monte de pintinhas/E é por isso que a girafa é amiga da Galinha da Galinha Pintadinha…” Sim, simples assim, as duas têm pintinhas e por isso a amizade! Claro, pois não são justamente nossas afinidades que nos aproximam e nos tornam amigos?

Assim é a Galinha Pintadinha e nessa simplicidade que está o seu valor. A Galinha Pintadinha é um fenômeno que começou no You Tube e hoje já está presente em todas as casas brasileiras com crianças a partir de zero anos. Logo estará também nos demais lares do mundo falantes da língua espanhola (já está na rede a versão “en español”, é bem engraçada).

Aqui em casa não é diferente. O Pedro adora a Galinha Pintadinha (e o Galo Carijó…). E eu não posso negar que ela funciona! Nossa, como funciona! Eu particularmente acho uma droga perigosíssima, pois – como diz o Diego – é como o crack, vicia desde o primeiro contato.

Claro que eu adoro implicar com a Galinha Pintadinha. Mas isso é uma ironia forçada, bem forçada. Tenho que admitir que na tentativa de fazer rir eu às vezes forço a barra. O que eu realmente não gosto na Pintadinha são duas coisas: a música dos elefantes (quando passa do 3º elefante já me irrita demais!) e as imagens fortes (acho que os desenhos poderiam ser um pouco menos fortes, menos estridentes, sei lá, quem sabe uma Galinha Pintadinha tons pastéis? rsrs).

No entanto, falando sério, é importante que os pequenos tenham uma referência musical mais ampla. Mesmo porque tem muita coisa bacana que já foi e que está sendo produzida e que devemos proporcionar aos nossos pequenos. Para isso eu SÚUUUPER INDICO um artigo da Profe Paula sobre CDs infantis. Siga o link e divirta-se:

http://musicaperbambini.blogspot.com/2011/03/bons-cds-infantis.html

Há 3 CDs que ela indica que fazem bastante sucesso com o Pedro que são os da Arca de Noé (1 e 2) e dos Satimbancos. Acho que ele gosta desses também de tanto eu cantar, porque eu adorava quando criança e canto muito para ele. Acho que no fundo tudo que cantarmos para eles nessa idade eles vão amar, seja infantil ou não. Por isso vamos tentar levá-lo ao show do Roger Waters, quem sabe assim conseguimos pular o Cocoricocó e o Patatípatatá?

Ela me segue por toda a parte!

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A Feira do Livro de Porto Alegre, cidade “baby friendly” e a importância da arte na vida da gente

Estão tentando transformar a Feira do Livro de Porto Alegre em um baita programa de índio, mas não estão conseguindo. Os estacionamentos estão cada vez mais caros e os descontos cada vez menores, ou seja, economicamente falando é muito mais vantagem ir a Livraria Cultura, já dizem em coro os chatos de plantão. Tudo bem se você é da turma dos comodistas e pensa assim. Só não me vá à Fnac, pois lá eles glorificam a “Galinha Pintadinha” e isso é perigosíssimo, outra hora eu explico o porquê.

Assim, registrado o meu protesto contra o baixo percentual dos descontos e o alto valor dos estacionamentos, eu “SUUUUUPER INDICO”: vá a Feira do Livro! E mais: visite o Centro de Porto Alegre nesta e em qualquer época do ano e leve a sua família.

Claro que não é aquele Centro das compras “Triple B” (bom, bonito e barato) sobre o qual eu falei no outro post, aquele é uma indiada mesmo, mais ainda aos sábados quando a fila da Linna é maior que as da Disney, completamente impraticável. Nestes dias devem ir apenas as pessoas que – como eu – fazem muita questão daquele “selo ouro” no passaporte da Funai. O programa Centro COM família deve ser feito com critério, por mais que “a tentação more ao lado” reserve outro dia para essas comprinhas (e me convide!).

Bom, a primeira dica que tenho para você que vai com criança é deixar o carro num estacionamento, nada de ficar zanzando atrás de lugar para estacionar, vá direto ao do Shopping Rua da Praia que é uma boa alternativa, pois é coberto e seguro. Quem tem a função de tirar/botar nenê na cadeirinha e abrir/fechar carrinho sabe o que eu estou falando. O entrar e sair do carro deve ser sempre cercado de cuidados em qualquer região da cidade e, com criança, a atenção, redobrada.

Pedro fez seu primeiro footing pela Rua da Praia muito bem acompanhado do avô, em determinado ponto do passeio se perderam: um correndo alucinado com a curiosidade de quem está dando seus primeiros passos na vida, o outro caminhando com a tranqüilidade e sabedoria que quem já viveu quase tudo. Com o toldo que colocam para proteger da chuva existe um verdadeiro corredor coberto que nos conduz ao outro lado da Praça de uma maneira 100% segura. O toldo se justifica, pois aqui em Porto Alegre sempre chove na semana da Feira do Livro, se mudarem a época vai passar mudar a semana da chuva (é um trato que a Prefeitura fez com São Pedro).

Nesta travessia até o outro lado da Praça estão sempre ali o “último lambe-lambe original” e as milhares de bancas recheadas de preciosidades. O Diego falou muito bem do que viu na Banca da Editora ArtMed. Eu namorei o que vi na Livraria do Arquiteto, mas comprei a inevitável biografia do Steve Jobs que tem em absolutamente todas as bancas e para o Pedro alguns exemplares da Coleção Gato e Rato, que foi mais complicadinho de achar (Banca 76, setor Margs). Essa coleção é uma boa dica para a biblioteca dos pequenos.

Do outro lado da Praça está o “trio maravilha”: Memorial do Rio Grande do Sul, Santander Cultural e Margs, estes dois últimos abrigando mostras da 8ª BIENAL DO MERCOSUL que é outro programão. A Bienal está incrível e vai até o dia 15 de novembro, então agilize-se! Se você estiver com tempo e ânimo, há ainda o Cais do Porto, que além de abrigar mais obras da Bienal é um lugar lindo para namorar, especialmente no final de tarde!

Todos estes lugares são amplos, tranqüilos para passear de carrinho e – ao contrário do que espalham – não há uma multidão se acotovelando na Feira. Esse era o final de semana da estréia e estava bem tranquilo, tinha bastante movimento mas não superlotação, como diz o avô do Pedro “tudo muito civilizado”.

As opções de paradinha para o almoço, cafézinho ou lanche da tarde são inúmeras, tem o Mercado Público ali pertinho que era nossa primeira intenção, mas com carrinho de nenê não achamos uma boa. A comida e o ambiente do Margs são formidáveis, tanto do lado de dentro quanto de fora. Porém optamos pelo Restaurante Moeda do Santander Cultural e foi perfeito, comida nota dez, é buffet (o que acaba sendo sempre a melhor logística quando se está criança, já que volta e meia a gente tem que se revezar: um cuida e o outro come) e o ambiente não precisa ser melhor: bem amplo, fácil de circular com o carrinho (aliás todos estes lugares projetados com acessibilidade de quebra são ótimos para circulação de carrinhos), com bastante espaço entre as mesas (ou seja, dá para conversar sem ter que participar da conversa da mesa do lado) e, o mais legal, totalmente baby friendly. Ninguém fez cara feia para o Pedro, apesar dele estar ali só incomodando com sua cadeira ambulante descomunalmente desproporcional ao seu tamanho, seus inevitáveis gritinhos e o fato de que não consumiu nenhum centavo. Ainda, na mesa vizinha uma jovem senhora com sua linda bebê de 9 meses amamentou tranqüilamente, sem escandalizar ninguém, sem ser alvo de olhares tortos ou repreensão. Mamaço em Porto Alegre? Not necessary!

Outra coisa que eu SÚUUPER INDICO é a Programação do Santander Cultural para o mês de novembro de música e cinema. Fazia tempo que eu não olhava o se passava por lá e não sabia o que estava perdendo! Quando eu li o “Cardápio” de filmes desse mês deu vontade de tirar umas férias e ir a todos! Não tem nenhum que não valha a pena ver ou rever. Quem prepara essas mostras tem muita inspiração e capricho, estão lá animações francesas lindas de morrer (9 longas e 50 curtas!); uma bela homenagem a Liz Taylor com “Um lugar ao sol”; o belíssimo “A época da Inocência”; o querido “Ao mestre, com carinho”: o ótimo “Sexo, Mentira e Videotape” e um que tenho muita vontade de ver e nunca tive oportunidade (vou ter agora) “Irmão Sol, Irmã Lua” do Zeffirelli. E já que estou num momento “Malú também é cultura”, indico dois documentários (why not?): “Palavra (en)cantada” e “Malditos Cartunistas”, não vi nenhum deles, mas verei e já adianto que são daqueles impossíveis de não serem um bom programa! E quem encontrar o responsável por esta programação fantástica do Cine Santander Cultural faça-me o favor de dar um grande beijo nele(a) por mim!

As vezes a gente esquece como a arte, em suas diferentes formas, é importante na vida da gente. Nos ocupamos tanto com umas bobagens e com a correria da rotina diária e de repente alguma bela expressão de arte – seja um livro, uma poesia, uma fotografia, um filme, uma instalação, uma grande obra arquitetônica ou um gol do Damião – nos faz parar e refletir nas coisas fantásticas que este mundo já produziu e nos ofereceu. Bienal, Feira do Livro, … Tem muita gente aí promovendo esse encontro para nós, o mínimo que a gente pode fazer é aproveitar!

Um ótimo domingo! E não esqueçam: quarta é feriado! Aproveitem!

Lembrança da Feira do Livro

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O cansaço, o “tentar conciliar” e as certezas que não existem

O Diego (meu marido, o ‘Poliana’, lembram?) me incomoda para que eu escreva um post por dia, pois nessa brincadeira de blog ele é o meu editor.

Ele leva sua função muito a sério, é o meu maior crítico e o maior incentivador. Reclama muito da minha falta de objetividade e da minha fuga de idéias e reduz bastante os meus escritos.

Não posso reclamar, graças a ele meus textos tornaram-se legíveis. Antes eram tão longos e enrolados que no final nem eu entendia!

Mas escrever posts diários é um desafio muito grande para mim, por hora.

Impossível falar isso sem parecer clichê ou lugar comum, mas conciliar a rotina de trabalho com a de mãe é bem pesado. Ando muito cansada ultimamente. Ainda mais trabalhando no ritmo em que estou e sendo no mãe no ritmo que sou!!! Sei que isso não é exclusividade minha e também não pretendo que seja diferente, só quero o direito de reclamar!!! E esse direito simplesmente é cassado quando se é casada com o meu marido e se tem o pai que eu tenho!

Meu marido acha o fim da picada uma “pessoa jovem e cheia de saúde” reclamar!  Deveria estar fazendo exercício, se correr pode comer de tudo! Meu pai, por sua vez, diz que não se pode reclamar de trabalho, só da falta de trabalho (ele, com quase 80 anos, acha muito cedo para se aposentar). E minha mãe está viajando numa hora dessas… Ai, ai,… Mas essa semana deixem eu reclamar, afinal, não tem nem um feriadinho! Também não esqueçam – e aí vai mais um clichê – que na maioria das vezes somos nós mulheres que cuidamos das tarefas domésticas, principalmente – Dr. Diego – da lista e das idas ao súper!

Claro que num ponto o Poliana tem razão e muito desse cansaço é porque meu preparo físico está zero! Larguei de mão a academia e não consigo perder os quilinhos a mais que encontrei depois que parei de amamentar (foi uma fase bem complicada e eu como horrores quando estou deprimida).

Cheguei a fazer um mês de academia, saía direto do trabalho para malhar. Era bem bom, pois fazia pertinho do meu trabalho e escapava do trânsito. Porém chegava em casa e o meu pequerrucho já estava dormindo! Então ficava – e fico – nesse dilema, perco umas horinhas nas quais posso estar com o pequeno e faço um exercício ou fico umas horinhas a mais com ele e dane-se o exercício? ai, ai, ai…

Culpada eu sempre estou – a CULPA, eu já disse, é uma constante na vida da mãe e, especialmente, das católicas – seja por não estar me cuidando, seja por não estar ficando tempo suficiente com meu filho, estou sempre ETERNAMENTE culpada.

Eu ia dizer que de uma coisa eu tenho certeza, mas a verdade é que não existem certezas, a única certeza que tenho na vida é que não existem certezas, então por hora acho que não vou conseguir chegar aos tais posts diários, mas tentarei manter os semanais!

Ahhh, e de uma coisa tenho “quase” certeza: mesmo sem estar com o preparo físico dos meus sonhos, umas horinhas de sono a mais ajudarão a espantar um pouco desse cansaço que ando sentindo. Então hoje o meu editor não vai precisar se preocupar, vou parar por aqui e ir para caminha nanar, aproveitando que meu Pedruca já se encontra nos braços de Morféu!

Acordar cedo tem suas compensações: a família Doriana com que sempre sonhei!

A mesma maravilhosa cena vista de outro ângulo! 😉

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Elisa Prenna e seu Chicafundó – amor, carinho e vida

O ano passado neste exato dia 25 de outubro estava nascendo o filho de uma grande amiga minha.

Sim, GRANDE, pois apesar de seus 1,50m (“uma fita métrica exata”, como faz questão de dizer, com orgulho), ela é – sem exageros – enorme, pois é “do tamanho do que vê e não do tamanho da sua altura!” E vê longe! Sim, enquanto alguns reclamam que não tem lugares legais na cidade, que Porto Alegre não dá mais e patatí-patatá, ela simplesmente age, trabalha – arduamente e com muito amor e paixão – e cria um dos lugares mais queridos e amados que existem: o Chicafundó!

Foi lá que fiz a última refeição antes do Pedro nascer e muitas das refeições de todo o período da gestação e amamentação do guri. Isso explica muito do porque dele nunca ter apresentado nenhuma dificuldade na adaptação a novos e diferentes sabores e também de eu ter sido uma muito feliz gestante e mamãe!

Fazia muitos anos que sempre ao provar algum de seus zilhões de fantásticos quitutes a incomodávamos: “Pô pequena! Tá na hora de abrir um restaurante!”, como se isso fosse algo assim super-fácil e tranquilo. Só que não é. Mais ainda quando se trata da querida “Baixinha” que só sabe fazer as coisas com muita dedicação e afinco. Ela é muito meiga e querida, mas pedir-lhe para fazer algo “meia boca” é ofensa. “Comprometimento” e “competência” estão na ordem do dia. Não consegue fazer nada que não traduza exatamente o espírito daquilo que ela quer  transmitir para o mundo: muito afeto e sabor. E dedicação dá trabalho, um trabalho visivelmente prazeroso, pois feito com muito amor!

Slowfood, Confortfood, ou sei-lá-o-quê, a verdade é que a cozinha da chef Elisa Prenna é uma forma bem genuína dela compartilhar com um número maior de pessoas o que ela e a família dela já dividiam com aqueles que desfrutavam de seu convívio : o prazer de fazer uma refeição onde a comida é boa demais e cada detalhe à mesa é feito com muito capricho, amor e carinho.

Quando uma pessoa nasce numa casa cuja cozinha é habitada por uma mãe sensível e amavél como só a Dona Carolina sabe ser e detalhadamente projetada e executada com a imaginação e o perfeccionismo do Dr. Prenna, o Professor Pardal em pessoa, tudo isso que você experiencia no pequeno-grande restô acontece com a maior naturalidade!

Por tudo isso, o “Bistrô da Elisa” não poderia ser diferente! E como gente querida tem imã, logo logo após sua estréia em campo o time foi complementado pelos também mui queridos e amados Mathias Moreno e Taci Correa. Consta que esta última encontra-se hoje em Paris e a última notícia que nos mandou é que depois do Chica, os bistrots da cidade luz perderam um pouco de seu encanto!

Parabéns Elisa pelo 1º ano do Chicafundó, o melhor lugar que existe para levar a familia, sentar com os amigos para jogar conversa fora e comer a melhor comida do mundo! A nossa família agradece do fundo do coração todo o amor e carinho que a tua família e a família-chica sempre nos dispensaram. A cidade agradece por tu existires e acreditares nela, tornando-a ainda melhor!

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo…
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura…

O Guardador de Rebanhos, Alberto Caeeiro (Fernando Pessoa)

Tia Elisa e seu quindinzinho

Não conhece o Chicafundó??? Corrija este erro djá: http://www.chicafundo.com.br/

Este vídeo lindo explica bem melhor o que eu tentei dizer :

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Compras em Rivera/Livramento

Continuando o post da viagem a Rivera que tinha ficado esquecido, aí vão as dicas de compras. Não são muitas, mas são sinceras!

Conforme eu estava falando, fomos a Rivera com o objetivo do enxoval da Luiza, especialmente a compra do carrinho e do bebê conforto.

Carrinho e bebê conforto – Não há uma super variedade de estilos “a la” Miami, mas tem muita coisa boa.  Sentimos falta de cores de menina, como nós duas somos mães de meninos, nosso sonho era comprar tudo bem girlie para a Luiza, mas nos decepcionamos um pouco nesse sentido. Tudo é neutro (a Luiza agradece!). Compramos um carrinho na Siñeriz maravilhoso que já vem com bebê conforto por um preço bem melhor que aqui em Porto, não é uma super barbada, mas já vale a ida. Tem das marcas Gracco, Pég-Perego e Chicco. Todos bonitos, leves, facéis de montar e desmontar e alguns modelos com a opção do bebê conforto.

Os acessórios que eu comprei na Amazon para amamentação tem tudo lá e da marca Chicco (que é tri boa), uns 20% mais caros (que nos EUA), mas ainda assim bem mais baratos que aqui em Porto. Na Neutral, bem no fundo, à esquerda você encontra esterilizadores AVENT (elétrico e para microondas), bicos, porta-bicos, cantoneiras, cremes, sabonetes, perfumes infantis, etc. etc. de ótimas marcas por preços bem mais em conta que aqui.

A minha prima também comprou uma coisa muito legal que eu não conhecia, é um bercinho portátil (bem portátil e muito fácil de montar e desmontar) da Fischer-Price (My Little Snugabunny Newborn Sleeper), superprático e parece bem confortável. Vai até 11kg. Achei legal não apenas para levar em viagem ou para a casa das vovós, mas também para levar para outro lugar da própria casa. Já me imaginei lendo na sala com a Luiza dormindo do lado (sim, já estou louca para providenciar outro bebezinho, mas ainda não criei coragem para iniciar os trabalhos, então vou tentar pegar ela emprestada de vez em quando!). Esse bercinho também é da Siñeriz. Só uma coisinha: funciona como berço apenas, não como chiqueirinho.

Na Siñeriz tinha também uma infinitude desses brinquedos legais da Fischer-Price, perfeitos para essa fase do Pedro.  Todos com preços ótimos e uma mega variedade. Aqui eu acabo pagando uma fortuna por eles porque não quero que passe a fase e ele deixe de aprender (vê se tem cabimento, mas enfim…)

Tinha também zilhões de “Hot Wheels” que o Nicky, meu primo de 9 anos,  fez a gentileza de me explicar que serão uma das manias do Pedro num futuro próximo (tomara que até lá eu já tenha uma Luiza só para mim!!!).

Outra coisa que eu amei foram os bichos de pelúcia fantásticos que tem na Siñeriz! Eu fico impressionada como os bichos de pelúcia evoluíram desde a “nossa época”! Os bichos que comprei em Rivera, na minha época nem na Disney se encontrava tão macios e fofinhos. Eu guardei uns (vários) dos meus com todo o amor e carinho para os meus filhos, especialmente o gato da Alice, meu favorito, que acabou sendo surrupiado pelo cachorro num surto de ciúmes logo que o Pedro nasceu e hoje está sem respirar, pois ele arrancou o nariz do pobre bichano e eu colei com Bonder! Ficou terrível, todo torto!

Os bichos de pelúcia evoluíram muito, tão tão macios e fofinhos! Comprei um Coala lindo de morrer e uma Mamãe Orongotango abraçadinha em seu filhotinho orogantango mais lindos de morrer ainda! Com estes últimos me identifiquei horrores!!!

Tinha outra coisa muito fofinha: uns mini-bichinhos de pelúcia chaveirinhos e outros imãs de geladeira. Na época eu não me dei conta, mas hoje que sou uma mulher mais “experiente”, penso que eles fariam um belo papel como lembrancinha de aniversário!!! ah, se eu soubesse… #ficaadica !

Eu recebi um mini-ursinho de pelúcia chaveirinho de lembrancinha de festa e ando com ele para cima e para baixo pendurado na “minha” bolsa-trocador! Ficou o máximo!

Mamãe Orangotango e seu Orangotangozinho

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Superfestas

Estamos vivendo na época do profissionalismo e as festas infantis, por óbvio não escapam disso. Isto frustra um pouquinho as pessoas como eu que gostam das coisas “à moda antiga”, especialmente quando isso significa se envolver em cada etapa do processo (a-do-ro!!!). Mas é inegável que todo esse profissionalismo nos poupa um tempo enorme e tempo é – sem sombra de dúvidas – o maior LUXO que poucos privilegiados podem usufruir no mundo atual.

Estou em plenos preparativos para a festinha do primeiro aninho do Pedro que já está chegando! Optamos por uma opção ‘modesta’ e ‘homemade’, por um motivo bem prático, o orçamento este ano está curto e o tempo, escasso. Já falta menos de um mês! Ai-meu-Deus-como-passa-rápido!

Passada a parte mais difícil, que foi reduzir o número de convidados (fazer lista de convidados para festas, qualquer tipo de festa, é uma missão ingrata!!! quem já fez festa de casamento sabe bem o que estou falando), o resto está sendo uma grande diversão. Os preparativos estão sendo uma verdadeira “ação entre amigos”, cada um ajudando do jeito que pode!

Esta semana me dediquei! Estive num lugar mágico chamado ‘Big Festa’ (Rua Dona Sebastiana, 275) lá tem vários artigos legais para festas, especialmente uma linha completa de balões dos mais variados tamanhos e cores! Aprendi com a minha colega e supermãe Vivi a comprar o balão perfeito, são os balões “bola” (mais rechonchudos que os tradicionais balões “pera”), tamanho de 9.5 para cima. Amo balões e meu sonho era encher o salão de festas com balões de gás coloridos com aquelas fitinhas penduradas dançando ao vento, mas vocês tem idéia da careza de encher um balão com gás??? É R$ 3,50 por balão!!! Demais, né??? Mas isso tem uma solução bem fácil – logo aprendi – grudar eles no teto com fita crepe. Essa solução é ótima pois as crianças desgrudam e podem brincar com os balões sem o risco deles saírem voando!!!

Depois fui ao “Ponto das Padarias”  (Sertório, 1105) onde encontrei tudo que precisa para fazer um bolo enorme e lindo, incluindo uma forma bem grande e um “tabuleiro”, que nada mais é do que o suporte/base para colocar o bolo em cima. Ele é de madeira e a gente forra como quiser. Ou seja, poderei utilizar em muitas festas ainda!!!

Sábado de manhã foi dia de Centro Histórico (amo esta denominação, valoriza o centro de nossa cidade que é muito lindo e cheio de boas supresas). Lá fui a outro lugar mágico e cheio de coisas legais, não apenas para a festa do Pedro mas também para o Natal que está por vir, que é a loja Linna. Tem mais de uma, eu sempre vou naquela da Alberto Bins. Na Linna a gente encontra cada forminha para doces! Uma mais fofa que a outra, tinha uma tigradinha que tive que me segurar para não comprar (o Diego me matava se eu chegasse em casa com ela!).

Também por ali, na Coronel Vicente, entre a Alberto Bins e a Voluntários, tem várias lojinhas de tecidos legais, para diferentes decorações. Tem várias idéias legais com tecidos, desde forrar caixas de sapatos e botas para colocar docinhos e lembrancinhas (fica lindo! aprendi com outra colega e mãe querida, a Bella!) até fazer “pacotinhos” para doces e lembrancinhas. Ahhh, para amarrar estes “pacotinhos” tem fitinhas lindas na Linna! Também dá para comprar aquele tecido de fazer mosqueteiro que fica uma graça para fazer pacotes de lembrancinhas, pois a gente enxerga o quem tem dentro de uma forma mais mimosa que as folhas de plástico transparentes.

Por fim, ontem na primeira hora da tarde (pois sábado eles fecham às 15h) fui numa gráfica aqui pertinho de casa chamada “Maison Laffitte” http://www.maisonlaffitte.com.br/shop/ e sentei com a Carol, uma guria meiga, querida e paciente que aguentou todas os minhas chatices de “mãe com formação jurídica metida a ‘designer’ e com curso de pós-gradução em personalização de itens para festas infantis via Dr. Google” e definimos o convitinho. Também fizemos alguns itens “personalizados” com o nomezinho dele, com a fonte e as cores que escolhi (fiz tudo em verde, vermelho, azul e amarelo todos em tons vivos), como as bandeirinhas de “Feliz Aniversário Pedro” para colocar na parede atrás da mesa.

Ainda, não escolhi um “tema”, queria muito que fosse pingüim, em função do livro “Pedro Pingüim”, da música do Pingüim da Arca de Noé que ele dança quando eu coloco e, principalmente, porque o Pedro caminhando parece um pingüinzinho!!! Mas estou com uma dificuldade enorme para encontrar pingüins bonitinhos para decorar a mesa!!!!

Festa de criança é tuuuuudo de bom! Desde as festas “faraônicas” nessas casas de festas cada vez mais especializadas até a mais simples reunião de um pequeno grupo de amigas são sempre uma diversão para eles e, mais ainda, para nós que temos uma boa desculpa para rever os amigos, trocar idéias com outras mães/pais e – least but not last – comer todas as bobagens deliciosas que sempre tem em festas infantis!

E essa de dizer que criança pequena nem aproveita é maior desculpa para quem tem preguiça de comemorar. O Pedro não tem nem um aninho e já adora a função. Ontem fomos a uma festinha que tinha – entre outros muitos detalhes bacanas – uma coisa tãaaao legal, um casal de “animadores” que cantavam e tocavam no violão essas musiquinhas “A Borboletinha”, “O Sapo não lava o Pé” e outras dessas que não tem criança (e adulto) que não conheça a letra e colocavam o nome das crianças que estavam presentes no meio! Todos adoraram, o Pedro – que tinha chegado todo tímido e foi se soltando ao longo da festa – fez até a dancinha/marchinha que é a última gracinha que ele nos apresentou essa semana!!! Coisa mais amada!

É impossível não reparar nos pequenos detalhes na preparação destas festas infantis, que sempre trazem a tona coisas especiais, seja algo da infância dos pais, seja um mimo dos avós ou para os avós e características fofas dos pequerruchos. Impossível não sair dessas festas tocado de alguma forma, especialmente quando se é uma “tia” sentimentalóide como eu!

Meus meninos se divertindo!

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