Arquivo do mês: agosto 2011

Casa Nova

Estou de mudança, saí do Blogger e ‘migrei’ para o WordPress. Ainda estou ‘ajeitando’ a casa e aprendendo a usar as ferramentas do WordPress que, ao que tudo indica, são bem mais simples que as do Blogger! Claro que não fiz isso sozinha, contei com as dicas e com a paciência do amigo Alessandro, a quem agradeço de coração. Poucas pessoas tem a sorte de poder contar com a ajuda de um amigo que tem a experiência de mais de 10 anos no comando de uma das empresas de web design mais bacanas que existem. E eu tenho a sorte tripla de contar com a ajuda e amizade dos guris da W3Haus! Se com algumas dicas eles conseguiram fazer uma retardada em informática como eu ter um blog decente, imagina o que eles não podem fazer pela sua empresa!

É verdade, sou péssima nessas coisas de tecnologia, mas passo por ‘expert’ porque na minha área (direito) e na minha geração (sou de 1976!) usar bem as ferramentas do Word, pesquisar na Internet, ter a mínima (mínima mesmo) noção de Excel, uma conta no Facebook e outra no Twitter é considerado “superdescolado”.

Não tenho nenhuma vergonha de assumir que sou de uma geração que entrou no mercado de trabalho quando não existia a pergunta “você tem domínio das redes sociais?” simplesmente porque não existiam redes sociais. Mas não tenho “orgulho” disso. Pelo contrário, quero me atualizar e não me entrego! Hoje fiquei horas “fuçando” no computador para fazer a minha mudança e, como toda a mudança, deu uma trabalheira danada e bastante incomodação até as coisas se ajeitarem. Mas fiquei muito feliz com o resultado e com o processo em si, pois vi que não é impossível aprender não, mesmo um asno como eu e mesmo depois dos 35!

Ainda pretendo arrumar umas coisinhas, mas espero daqui para frente gastar menos tempo com a forma e cuidar do conteúdo. Preciso postar com mais frequência!

Tenho verdadeiro pânico de me tornar uma dessas pessoas que por medo de se adaptar à tecnologia e/ou a esses novos “métodos” de relacionamento social, simplesmente ignoram o Twitter e o Facebook, com a desculpa da falta de tempo, como se isso lhes fosse tirar o foco da família e do trabalho. É óbvio que ninguém é obrigado a gostar disso e é plenamente possível viver – e ser feliz – sem. Mas é cada vez mais raro.

Eu pessoalmento estou adorando poder viver numa época em que a informação é tão acessível, deixando tudo tão mais democrático e menos hipócrita. O mundo virtual não substitui o real – nem nunca jamais substituirá – mas o complementa muitíssimo bem!

Pedro auto-retratando-se para enviar a imagem para a Vovó!

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Dia dos Pais

Sexta fez 7 anos que conheci o cara que hoje é conhecido como “o pai do Pedro”.

Sim, foi numa noite de quinta-feira, na casa do meu amigo Estevam, onde conheci o primo dele, um cara extremamente simpático e muito muito muito querido!
Não foi amor a primeira vista, eu relutei alguns meses – que na época pareceram uma eternidade – para aceitar que eu tinha encontrado o grande amor da minha vida.
Mas a verdade é que desde aquele dia, ou melhor, daquela noite fria de agosto, a gente nunca mais se desgrudou.
7 anos não é muito tempo. As vezes parece que passou tri rápido, mas também parece que estamos juntos há séculos! Parece que nos conhecemos muito bem e ao mesmo tempo  que ainda estamos nos conhecendo. Sim, mesmo porque somente agora estou conhecendo o Diego pai e confesso que me surpreendo diariamente.
Conquistamos muita coisa nesses 7 anos: 2 Libertadores, 1 Mundial, casamos, construímos nossa “casa” e fizemos um filhote fofo demais!
Também tivemos nossos problemas, enfrentamos períodos de vacas magras, doenças e o pior de todos que foi a morte do meu sogro, que era um paizão não só para o Diego, mas para todos nós. Acho que é herança dele essa “vocação natural para a felicidade” que o Diego tem e que o Pedro já dá sinais de ter herdado também.
Sim, eu brinco que casei com o Poliana, pois o Diego tem o dom de ver sempre o lado bom das coisas, por pior que estejam. No início eu achava ele o cúmulo do otimismo e por vezes até o achava “irritantemente feliz”, mas descobri com o passar do tempo que na verdade ele é muito realista e que trabalha duramente para manter a vida dele e dos que estão a sua volta cada vez melhor. É uma felicidade merecida e não uma felicidade acomodada.
Esse jeito do Diego me ensinou a ser tão mais feliz e não me acomodar, me ensinou a viver cada dia, um a um, e um melhor que o outro! Me ensinou a “viver sem tempos mortos”, como diz a peça que acabo de assistir.
Hoje foi o primeiro dia dos pais do Diego como pai e sem pai, e a alegria acabou sufocando a tristeza da ausência (física) do meu sogro. Sim, foi um dia intensamente feliz e de casa cheia, literalmente. O Pedro brincou muito com o pai, com o avô-materno (que estava muito faceiro com seu primeiro dia dos pais como avô) e com seu tio-avô, que assou uma costelinha para ele, como acho que seu avô faria se estivesse conosco.
Distribuiu sorrisos a todos, deu suas risadinhas encantadoras e alegrou toda a família!
Acho que ele já se deu conta que tem muito a comemorar neste dia, pelo pai maravilhoso que tem e de quem herdou – além de uma covinha fantasticamente fofa na bochecha – uma alegria de viver contagiante!

Meus amores

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